peling2

Peeling

  • 27 março 2013
  • Lucia Fernandes

Peeling é o nome dado a um procedimento que promove descamação da pele e, conseqüentemente, renovação da mesma. Os peelings são realizados objetivando rejuvenescimento, tratamento de manchas, melhora da textura da pele e atenuação de rugas finas e superficiais, pois estimulam o colágeno.

No peeling químico podem ser usados vários tipos de ácidos, de acordo com o resultado e a profundidade que se deseja atingir. Os mais usados são: ácido retinóico, ácido glicólico, solução de Jessner, ácido tricloroacético (ATA), ácido salicílico.

Os peelings químicos podem ser superficiais, médios ou profundos, dependendo do produto utilizado e da técnica de aplicação. Quanto maior a profundidade, melhores são os resultados. Porém, aumentam também os riscos de complicações e o desconforto durante a aplicação e no pós-peeling. Bons resultados podem ser obtidos com vários peelings superficiais seriados. A descamação no peeling superficial costuma ser fina, não sendo necessário o afastamento do paciente de suas atividades diárias.

O peeling de cristais ou microdermoabrasão é um procedimento realizado com um aparelho que produz um jato de microcristais de hidróxido de alumínio em alta pressão, promovendo a esfoliação da pele. A profundidade da esfoliação é controlada pelo médico, variando de acordo com o número de vezes que a cânula é passada na pele e a pressão utilizada. O paciente sente um leve desconforto durante o procedimento.

Após o procedimento, a pele fica avermelhada e edemaciada (inchada), podendo, nos casos onde se deseja uma esfoliação mais profunda, ocorrer a formação de crostas. Após a queda das crostas, a pele pode apresentar vermelhidão residual por cerca de 30 dias.

Esse tipo de peeling é indicado para rejuvenescimento da pele, tratamento de estrias, manchas e atenuação de rugas finas e superficiais, sendo necessárias várias sessões de tratamento.